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sábado, 8 de dezembro de 2012

A Infância de Jesus


A infância de Jesus é o tema abordado no último livro lançado pelo Papa Bento XVI e apresentado ontem em Bragança por D. José Cordeiro, bispo diocesano, que, ao mesmo tempo, fez como que uma introdução à primeira aula de Liturgia no âmbito do curso de Ciências Pastorais do reativado Instituto Diocesano de Estudos Pastorais (IDEP).
Segundo D. José, esta obra do Papa Bento XVI, Joseph Ratzinger, é um precioso contributo para a vivência do Advento, fruto de uma pesquisa pessoal bastante aprofundada e que se insere numa espécie de conjunto tríptico da história de Jesus, num sentido de leitura teológica, como fizeram outros grandes teólogos.
A Infância de Jesus surge, assim, como um pequeno "pórtico" ou "sala de estudo" cujo tema central é a verdade da fé: Jesus é plenamente homem e plenamente Deus. Recorde-se que o primeiro livro deste "tríptico" é um olhar sobre o ministério de Jesus desde o Batismo à Transfiguração e o segundo sobre o itinerário de Jerusalém à Ressurreição.
A intenção do Papa é, assim, ressituar a leitura da Bíblia e a leitura teológica da mesma. É na Liturgia que a Escritura passa a ser Palavra de Deus, devendo ler-se a partir de Jesus Cristo. Aliás, todos os 72 livros da Sagrada Escritura se resumem a Jesus de Nazaré e o Papa usa essa ideia começando a obra a partir do mistério da Páscoa, pois só aí é inteiro. O Natal, que só passou a celebrar-se a partir do século IV, é manipulável, é uma data em que, por vezes, fazemos Deus à nossa imagem. Neste aspeto, esta obra não vem dizer nada de novo e muitos dos aspetos que têm sido realçados como "maiores", não passam de detalhes.
A infância de Jesus trata de uma criança mas é um livro para adultos, adultos na fé. É um livro de investigação acerca de Jesus que parte dos Evangelhos de Mateus e de Lucas, Evangelhos que são história. Esse é um dos aspetos que distingue o Cristianismo - Deus fez-se homem, não filosofia ou teologia, e este é o maior desconcerto da fé. A história de Jesus não é o "era uma vez", aconteceu mesmo, num tempo geográfico, tocando o universal e transcendente.
Esta é, portanto, uma obra que concilia harmoniosamente a história e a fé.

A Anunciação a Maria

Há um capítulo do livro que é dedicado a este tema. D. José quis destacar a obediência de Maria na abertura a Deus, mas também Deus que esperou a resposta de uma rapariga. O eterno, o "kairos", beijou o tempo no seio de Maria e isto é interessante porque, muitas vezes, as pessoas pensam Deus de uma forma quase irracional e "caricaturada", um Deus em que não se pode acreditar. A pretensão do homem é ser Pai de Deus quando o conceito de fraternidade, tão propagado pela Revolução Francesa, ao pressupor que somos todos irmãos, pressupõe que temos um mesmo Pai - e isto é uma questão de inteligência, embora Deus ultrapasse a nossa inteligência.
Na verdade, só Maria podia testemunhar a Anunciação pois só Ela a viveu. É como que uma nova Criação, ao sexto mês, numa correspondência com o sexto dia - criação do homem.
A alegria aparece aqui como um dom do Espírito Santo.A alegria de Maria era uma fé a caminho. A Sua vida é uma peregrinação na fé. Maria aparece como a grande crente. E Deus é simples, dá-nos assim um sinal da Nova Aliança, na alegria. Mas esta é uma pequena semente, como um grão de mostarda, idêntico ao que as irmãs um dia ofereceram a D. José.
Por vezes, queremos ver tudo construído rapidamente, esquecemos que o tempo de Deus não é o nosso tempo, é um grão de mostarda. É preciso semear muito para colher algo. Também a Igreja começou numa crise de esperança em que a atitude de Jesus foi como um grão de mostarda escondido, escondido, ainda por cima! Exige a nossa colaboração, o mais difícil pois achamos que já fazemos tanto e fazemos tão pouco. Mas se abrirmos a porta a Deus estamos a abrir a porta a nós próprios, ainda que seja difícil. 
Não esqueçamos que Maria foi uma mulher corajosa, pois se José não correspondesse, seria apedrejada até à morte, assim eram as leis na Mesopotâmia. 

José

José nem sempre é lembrado e tem um papel primordial e dá um exemplo que devemos ter sempre presente na nossa vida. Também ele foi corajoso, mostrando profundidade espiritual. Tinha razões para não aceitar Maria, estava protegido pela lei e todos estariam do seu lado, contra Maria.
José é visitado por um anjo em sonhos, mas num sonho que é realidade. José é obediente, decidido e pragmático. Recorde-se que São José, por persistência do Papa João XXIII, é padroeiro do Concílio Vaticano II, tendo daí surgido a oração a São José.

Relação do Natal e da Páscoa

Tanto na virgindade de Maria como na ressurreição de Jesus o critério de fé baseia-se na Páscoa e o seu mistério é todo o mistério de Jesus. Jesus Cristo é a plenitude. As Suas palavras ultrapassam a nossa inteligência. 
Algumas pessoas acomodam-se na "santa ignorância", o "oitavo sacramento" se assim quisermos. Devemos fazer tudo ao nosso alcance para criar esta oportunidade de ter uma fé esclarecida e convita, que se compromete com a vida, para lhe dar sentido. Não se chega lá só pela perceção inteletual, é preciso praticar com os outros, dando razões da nossa esperança. A fé são gestos e esperança, não apenas palavras. A esperança não é apenas uma ideia, a esperança é uma pessoa, é Jesus Cristo. Só esta fé transforma o coração e a vida e não apenas conjunturas inteletuais. 
"Não temos ouro, nem prata, mas temos a Esperança em pessoa para oferecer - Jesus Cristo". Não são teorias, é o Mistério, não é um enigma.
O Natal tem uma influência franciscana importante em que a representação do presépio, iniciada por São Francisco de Assis, veio sublinhar a humanidade de Jesus Cristo, com a encenação ao vivo e a participação de animais, levado quase a um exagero. Não é preciso por tudo isto de lado, podemos e devemos continuar a promover esta pastoral do Natal, mas sem esquecer que sem Páscoa, sem Eucaristia, não há Natal.
Tem que haver uma integração num único Mistério - Jesus Cristo.
A Páscoa é um sacramento, o Natal é uma celebração. Devemos procurar celebrar num ciclo de um ano a vida de Jesus a começar pela Anunciação, Nascimento, Páscoa e Ressurreição. 
Temos de desmistificar e centrarmos-nos em Jesus Cristo e na historicidade. O relato dos discípulos de Emaús é a prova da Ressurreição, eles convenceram-se que era verdade e deram a vida. Temos também nós de ser coerentes e seguir esse exemplo.
Faltam adultos que testemunhem os valores e que testemunhem de forma credível. Esta tem sido uma das falhas da Igreja. É preciso evangelizar e redescobrir a fé. O problema nem está na formação, está na missão, na atitude da missão. É preciso provocar a inquietação e não apenas ir à missa ao Domingo, isto não é o suficiente. É preciso aprofundar as razões da fé e passar o testemunho. A fé, antigamente, dizia-se até, transmitia-se pelo leite materno, aprendia-se em casa o Credo, aprendia-se em casa, na igreja e na escola. É preciso promover a interdisciplinariedade e criar um ambiente de fé.
O importante, acima de tudo, é semear o grão de mostarda para que ele esteja lá. Pode-se cair do cavalo, pela vida, mas esse não é o processo natural de Deus.
Quantos de nós vivemos a nossa vida à luz do Evangelho? É preciso viver um cristianismo convito e não apenas sociológico. Viver à luz do Evangelho é viver de acordo com os valores da doutrina social cristã. 
Faltam adultos que testemunhem os valores humanos e cristãos. Herdamos a Igreja que temos, mas que Igreja vamos deixar? A Igreja tem de dialogar com as outras estruturas, a Liturgia tem de ser bem preparada para transmitir beleza e simplicidade. 
Os leigos também precisam de estar bem preparados porque depressa passamos da fé à ideologia, embora seja fácil saber até onde vai a nossa missão, cada um deve fazer tudo e só o que lhe compete. Tem de haver diversidade, exigência e não apenas rituais. A liturgia é uma ética e é, por isso, espiritualidade. Se não estiver convencido, como posso ajudar outros à conversão? Posso facilitar o caminho a outros se eu já me encontrei para testemunhar, mas ninguém dá aquilo que não tem.
É, por isso, curioso pensar que a Igreja nunca esteve tão bem na sua história, mas não é aqui que está bem. Não temos a mesma pujança de fé, envergonhamos-nos perante outras comunidades espalhadas pelo mundo. Isto tem de nos interrogar. É preciso testemunhar melhor, com autenticidade e inteireza de ter descoberto a felicidade e o máximo das nossas vidas.

Texto baseado na reflexão de D. José Cordeiro, bispo da diocese de Bragança-Miranda

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Reflexão

Um texto interessante retirado daqui:



Durante séculos, estudantes das Escrituras têm debatido se é possível obter o verdadeiro conhecimento de Deus a partir de um mundo natural e por meio do raciocínio lógico. Pela reflexão racional, os antigos filósofos gregos chegaram à conclusão de que havia uma razão universal (gr. logos), que eles chamaram de Deus (gr. theos). Essa reflexão filosófica sobre Deus recebeu o nome de Teologia (gr. Theologia), o conhecimento racional sobre Deus.
Também foi chamada de teologia natural para distinguí-la da teologia mítica, o conhecimento dos deuses. Embora essa mitologia natural levasse os filósofos gregos a adotar uma atitude crítica para com sua antiga mitologia, não os fez abandonar o politeísmo para adorar um único e verdadeiro Deus.
O apóstolo Paulo nunca utiliza a palavra “teologia”. Apesar disso, seus escritos dão evidência não só de que ele conhecia pessoalmente a teologia natural dos gregos, mas também de que estava convencido da insuficiência dela em levar pessoas ao conhecimento salvífico de Deus. O apóstolo afirma que “os gregos buscam sabedoria”, mas insiste na ineficácia desta sabedoria, pois “o mundo não O conheceu [a Deus] por sua própria sabedoria” (1Co 1:22, 21).
Paulo acreditava que a criação revela Deus, mas também que o conhecimento de Deus que ela manifesta não consegue ser apreendido por mentes humanas obscurecidas pela descrença, dúvida, culpa e ignorância (Rm 1:19-21). A sabedoria obtida a partir das obras de Deus pelos não iluminados com a luz do Espírito de Deus leva-os invariavelmente à idolatria, ao invés de à adoração do Deus verdadeiro.
O apóstolo chama a atenção para o fato de que os seres humanos “mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador” (v. 25). O resultado final foi a idolatria degradante, a imoralidade repulsiva e a hedionda criminalidade (v. 22-32; cf. Ef 4:17-19).


“Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. 
Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam” (Rm 1:20-32).
Os escritores bíblicos frequentemente se referem aos fenômenos da natureza como uma revelação de Deus e de Seus atributos. Todos os aspectos do Universo em que vivemos são manifestações da glória e da sabedoria divina. Diversos salmos se referem a Deus como o Criador do céu e da terra, mantenedor constante de todas as Suas obras e provedor das necessidades de todas criaturas vivas, inclusive Seus filhos humanos (Sl 8:1-4; 19:1-6; 33:1-9; 104:1-35; 136:1-9).

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS DE DEUS ATRAVÉS DO MUNDO NATURAL

Categoria
Descrição
MATÉRIA
Por que a matéria é organizada em partículas subatômicas seguindo leis que permitem formar mais de 100 elementos que fornecem matéria para o Universo, bem como átomos, moléculas e mudanças químicas necessárias à vida? A matéria poderia ser caótica, sem leis. Leis sugerem um plano inteligente. Por que a massa dessas partículas subatômicas é muitas vezes exatamente a necessária, com a precisão de apenas uma parte em mil?
FORÇAS
A área de ação e o valor muito exato das quatro forças básicas na física são os corretos para permitir um Universo adequado à existência de vida. A força da gravidade, em relação com a eletromagnética, precisa ser extremamente exata, ou o Sol não proporcionaria à Terra a quantidade certa de calor que necessitamos. Essa precisão sugere um planejamento da parte de Deus.
VIDA
Os mais simples organismos vivos são tão intrincados e complexos que não parece ser possível sua origem sem planejamento inteligente. Complexidades incluem DNA, proteínas, ribossomos, trilhas bioquímicas, código genético e a capacidade de reproduzir tudo isso, incluindo um sistema de leitura e correção para duplicar o DNA.
ÓRGAOS
Em todos organismos encontramos sistemas com complexidade irredutível. Esses têm partes interdependentes que não funcionam enquanto todas as partes necessárias não estão presentes. Exemplos: mecanismo de autofoco e autoexposição do olho, bem como nosso intrincado cérebro, etc. As partes individuais inúteis desses sistemas não sobreviveriam evolutivamente e, por isso, requereriam o planejamento de um idealizador.
TEMPO
As supostas longuíssimas eras da Terra e do Universo são curtas demais para acomodar os improváveis eventos imaginados pela evolução. Cálculos indicam que os cinco bilhões de anos da Terra são bilhões de vezes curtos demais para a média do tempo exigido para produzir uma única molécula específica de proteína ao acaso. Deus parece necessário.
FÓSSEIS
Durante a maior parte do tempo da evolução, virtualmente nada ocorre. Então, de repente, perto do final, e durante menos de 2% desse tempo de evolução, aparece a maioria dos fósseis de animais naquilo que se chama de explosão cambriana. Ademais, não se encontra nenhum ancestral significativo desses filos. Muitos outros grandes grupos também aparecem de repente, como se tivessem sido criados. Os evolucionistas sugerem alguns poucos intermediários, mas, se a evolução tivesse mesmo ocorrido, o registro fóssil estaria cheio de todo tipo de intermediários tentando evoluir.
MENTE
A mente possui características que a ciência tem grande dificuldade para analisar. Assim, ela aponta para uma realidade além no nível naturalista, na direção de um Deus transcendente. Nosso livre-arbítrio, se realmente livre, como a maioria concorda, está acima dos princípios científicos normais de causa e efeito. Outros fatores incluem nossa consciência, a saber, a percepção de que existimos, e a sensação de que a realidade tem sentido. Também possuímos o senso do bem e do mal, o amor e o interesse pelos outros. Na matéria comum, não encontraremos essas características mais elevadas da mente.

Esses salmos de louvor para a comunidade da fé mostram que as obras da criação constituem-se numa revelação da majestade de Deus e de Seus amoroso cuidado. Muitas outras porções do Antigo Testamento, especialmente em Jó e Isaías, transmitem a mesma mensagem. As perguntas desafiadoras de Isaías 40:12-31 apontam para um Criador e Senhor onipotente, não obstante bondoso.
Jesus frequentemente dirigia a atenção de Seus ouvintes para as coisas da natureza, a fim de ilustrar verdades espirituais. As aves do céu e os lírios do campo demonstram o cuidado de Deus por Suas criações mais humildes, e Jesus indaga: “Não valeis vós muito mais do que as aves?” (Mt 6:26). Deus faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos (Mt 5:44). Outras lições da natureza incluem a árvore boa que produz bons frutos e a árvore má que produz frutos maus – os falsos profetas (Mt 7:15-20). Em harmonia com Gênesis 3, Jesus ensina que a natureza revela o conhecimento do bem e do mal.
Os fenômenos da natureza, porém, nos dão um quadro ambivalente do bem e do mal. Além disso, como consequência do pecado, a natureza às vezes age como instrumento do castigo divino. De acordo com a Bíblia, a natureza mostra a glória, a sabedoria e o cuidado divinos. Por outro lado, na decadência, doença, desastre e morte tão prevalecentes neste mundo de pecado, a natureza também expõe as consequências da queda. Manifesta diariamente o cuidado de Deus, mas também apresenta claramento os castigos divinos sobre o pecado humano. É preciso ter em mente ambos os aspectos para entender a questão da teologia natural.
A evidência bíblica sugere que só se pode obter um conhecimento verdadeiro de Deus a partir da criação e da providência quando, sensibilizados pela misericordiosa obra do Espírito Santo, a mente humana é transformada e a percepção espiritual, despertada.

Referências:


  • Ariel A. Roth. A ciência descobre Deus: evidências convincentes que o Criador existe. Casa Publicadora Brasileira. 2010, p. 249.
  • Peter M. van Bemmelen. Revelação e inspiração. in: Tratado de teologia adventista do sétimo dia. Casa Publicadora Brasileira, Tatui/SP. 2011, p. 30-35.